A Coamig acaba de dar mais um passo estratégico na expansão da sua linha de produtos Fortim. A cooperativa firmou parceria com uma das maiores redes de alimentação rápida do país, abrindo caminho para que seus queijos passem a integrar o cardápio de milhares de consumidores em diferentes regiões do Brasil. A iniciativa representa não apenas um avanço logístico e comercial, mas também um reforço no reconhecimento da marca como referência em sabor e qualidade.
Atualmente, os produtos Fortim estão presentes em mais de 70 municípios paranaenses, com destaque para polos regionais como Guarapuava, Ponta Grossa, Pato Branco, Francisco Beltrão, Irati, União da Vitória e Palmas. A rede de distribuição também contempla cidades de médio e pequeno porte, como Pitanga, Candói, Mallet, Carambeí e Laranjeiras do Sul, assegurando que a marca chegue tanto aos grandes centros urbanos quanto às comunidades do interior.
Criada para valorizar a produção local e gerar maior retorno aos cooperados, a linha Fortim tem se consolidado como símbolo da força do cooperativismo regional. O investimento em qualidade e padronização no processo produtivo possibilitou que os queijos da marca conquistassem espaço em gôndolas de supermercados, mercearias, padarias e, agora, em uma rede nacional de alimentação rápida.
De acordo com dados da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq), o consumo médio anual de queijo no Brasil está entre 5,5 e 5,6 quilos por habitante. Embora ainda abaixo da média de países vizinhos como Argentina (12 kg/hab) e Uruguai (18 kg/hab), o consumo no Brasil cresce de forma consistente, impulsionado pela valorização de produtos com maior qualidade e pela inserção do queijo em diferentes hábitos alimentares, do café da manhã aos pratos elaborados da gastronomia contemporânea.
Para a Coamig, a nova parceria também representa impacto econômico positivo para a região, fortalecendo a renda dos produtores e estimulando novos investimentos em inovação e ampliação da capacidade produtiva. O projeto está alinhado às tendências globais de consumo, que apontam para a valorização de alimentos com origem rastreável, vínculo com o território e compromisso socioambiental.

